O que fica privado e como o fluxo é protegido.
Segurança não é um selo. Aqui explicamos decisões verificáveis do fluxo atual e os controles que precisam existir antes de usar dados reais.
Acesso precisa ter motivo
Cada pessoa da operação deve ter conta própria e permissões compatíveis com seu trabalho antes do lançamento.
Mídia não é conteúdo público
Fotos fazem parte do pedido privado e exigem autorização antes de serem exibidas.
Status sem exageros
A plataforma distingue “link aberto” de “enviado”, “entregue” ou “recebido”.
1. O pedido e a mensagem são coisas diferentes
O pedido reúne informações privadas para análise da central. O link do WhatsApp é gerado separadamente e deve conter apenas uma referência mínima. Essa separação reduz a exposição acidental de endereço, contato, descrição, fotos e coordenadas.
Reduzir o conteúdo do link é uma proteção importante, mas não substitui autenticação, autorização, monitoramento ou regras de retenção.
2. Localização do navegador
A localização precisa é opcional. Ela só deve ser solicitada quando o usuário toca no controle correspondente. Recusar ou ignorar a permissão não pode bloquear o pedido.
O bairro permanece um campo separado e obrigatório no fluxo atual. A tela deve mostrar quando coordenadas foram capturadas e permitir que o usuário entenda essa escolha antes de prosseguir.
3. Tratamento das fotos
As imagens recebidas no protótipo são validadas, decodificadas, reprocessadas e têm metadados removidos. Elas ficam fora da pasta pública do site. O usuário deve evitar anexar rostos, documentos, telas com dados pessoais, placas ou informações financeiras.
Necessário para produção: armazenamento privado durável, scanner, quotas, expiração e exclusão propagada.
4. Limites do handoff para WhatsApp
Abrir o link é uma ação no navegador. Depois disso, o usuário decide o que fazer no aplicativo externo. Sem confirmação confiável do provedor, o Resolve Aqui não pode afirmar que a mensagem foi enviada, entregue, recebida ou lida.
Não use o status do pedido como comprovante de comunicação. Em caso de dúvida, confirme diretamente com a central ou com o profissional.
5. Quem deve acessar
O acesso segue o princípio do menor privilégio:
- o cliente acessa apenas os próprios pedidos;
- cada integrante da central usa uma conta individual com autenticação reforçada;
- o profissional recebe somente o necessário para o atendimento encaminhado;
- ações administrativas relevantes geram histórico auditável;
- sessões podem ser revogadas e acessos antigos deixam de funcionar.
6. Controles de produção e evidências
- contas individuais, autenticação forte, autorização por função e testes de isolamento;
- banco de dados e armazenamento privados com backup e restauração testada;
- limites distribuídos, proteção contra abuso e processamento seguro de anexos;
- segredos protegidos, ambientes separados e implantação com possibilidade de reversão;
- logs sem dados desnecessários, monitoramento, alertas e resposta a incidentes;
- revisão periódica de dependências, código, configuração e permissões.
Cada item precisa de evidência e teste antes do “go” de produção.
7. Dúvidas e incidentes
Suspeitas de acesso indevido, exposição de dados, fraude ou falha de segurança precisam chegar rapidamente a uma equipe responsável, que deve registrar, conter, avaliar e comunicar o incidente conforme as regras aplicáveis.
Canal de segurança e privacidade
[CANAL MONITORADO A DEFINIR]